Sublimar

Saudade é quando o olho d’água busca o seu rio

e não encontra.

 

Uma nascente que continua a prover água pura

mesmo que não tenha quem beba.

 

É ver a água perene brotar inutilmente do chão

e aos poucos se deixar evaporar,

na esperança de se tornar nuvem


e chover no seu quintal.


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