À sombra do medo o cuidado se ergue.
O silêncio herdado vela o sono inocente
e uma manta de cinzas aquece o berço que sente.
O pulso desperta com o choro faminto
e alimenta as mãos.
O colo sustenta o peso do presente,
como uma âncora,
que não deixa o sangue se perder.
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